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Colheita mecanizada promove benefícios para o meio ambiente

Os investimentos em tecnologias que promovam o desenvolvimento industrial aliado a práticas ambientalmente corretas são premissas básicas adotadas pelo Grupo Carlos Lyra em suas unidades industriais. As melhorias implantadas no campo e na indústria, sempre buscando atender à legislação vigente, são decorrentes de ações minuciosamente planejadas e refletem o sucesso alcançado ao longo dos anos no setor sucroalcooleiro nacional.

Há oito anos, desde a aquisição das primeiras colheitadeiras, a Usina Caeté S/A vem atingindo números bastante significativos. Situada numa região cuja topografia favorece a estrutura operacional necessária à colheita mecanizada, a unidade industrial até a última safra operava com cinco máquinas, colhendo o equivalente a 420.000 toneladas de cana. Esse número representava 33% da colheita de cana própria da Caeté.

De acordo com Marcos Antônio Vieira Pinto, gerente corporativo de manutenção de frota, para a próxima safra (2008/2009) serão investidos cerca de R$ 2,8 milhões para a colheita mecanizada, incluindo duas novas colheitadeiras, quatro caminhões e uma rampa de transbordo. “Lamentavelmente, para cada máquina em operação, aproximadamente 80 pessoas deixam de ser contratadas”.

“A estimativa é colher 600.000 toneladas de cana, atingindo um percentual de 47% do corte de cana própria”, acrescentou Marcos Pinto, salientando ainda que os custos da colheita mecanizada são bem menores do que os registrados no processo manual.

Outro aspecto importante diz respeito ao meio ambiente, principalmente quando há uma redução substancial nas queimadas, já que a cana cortada com a colheita mecanizada é crua. Outro benefício encontrado é com relação à palha que fica sobre o solo. “Além de reter umidade, de extrema importância para a região Nordeste, devido aos fatores climáticos, há uma redução na germinação de ervas daninhas e, conseqüentemente, no consumo de herbicidas”, afirmou Marcos Pinto.

Os investimentos na colheita mecanizada serão cada vez maiores nas usinas pertencentes ao Grupo Carlos Lyra. “Trata-se de um quadro irreversível. Hoje, tanto a indústria como o campo já estão adaptados ao novo sistema. Com isso, atendemos à legislação em vigor e garantimos a preservação do meio ambiente”, finalizou o gerente.

Carmem Valéria Neves dos Anjos
Assessoria de Comunicação

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