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Projeto de Crédito de Carbono da Usina Caeté S/A unidades do Sudeste é aprovado pela ONU

O Projeto de Crédito de Carbono das Usinas Caeté S/A unidades do Sudeste foi aprovado pela Organização das Nações Unidas (ONU), através da Comissão de Mudanças Climáticas, na última sexta-feira, dia 3. O Projeto já tinha recebido a aprovação do Governo Federal desde o dia 19 de dezembro.

O Projeto de Co-geração de Bagaço da Usina Caeté S/A consiste no aproveitamento de uma fonte renovável de energia, a partir de resíduos do processamento da cana-de-açúcar.

Com a implantação desse projeto, as usinas passam a vender eletricidade à rede nacional, evitando que usinas térmicas geradoras de energia por combustível fóssil despachem essa quantidade de energia para a rede. Essa iniciativa evita a emissão de CO2, o que, ao longo dos anos, trará benefícios para mitigar as mudanças climáticas.

A co-geração com bagaço é importante para a estratégia do País, por ser uma alternativa que representa a diminuição da dependência do combustível fóssil.

O Grupo Carlos Lyra acredita que o desenvolvimento sustentável será atingido não apenas com a implantação de unidades de produção de energia renovável, mas também com programas de apresentações de boas práticas ambientais, parcerias com o Instituto Estadual da Floresta (IEF), controle biológico de pragas, circuito fechado de água para reuso do líquido dentro do processo industrial e utilização da vinhaça como fertilizante orgânico, evitando o uso de composto químico.

O setor de açúcar e álcool sempre explorou biomassa (bagaço) de forma ineficiente ao utilizar caldeiras de baixa pressão, consideradas como uma tecnologia de operação e manutenção simples.

A utilização de caldeiras de maior pressão permite as indústrias do setor de açúcar e álcool aumentar a quantidade de eletricidade disponível para uso próprio e venda.

O sistema elétrico brasileiro compreende atualmente 91,3 GW de capacidade instalada, num total de 1.420 iniciativas de geração de eletricidade.

Do total, aproximadamente 70% são de plantas hidroelétricas, 10% da queima de gás natural, 5,3% é produzida com diesel e óleo combustível, 3,1% são de fontes de biomassa (cana-de-açúcar, madeira, casca de arroz, biogás e licor negro), 2% são de usinas nucleares e 1,4% são de plantas de carvão.

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Valdete Calheiros
Assessora de Comunicação MTB 824/AL

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